Caju

Anacardium occidentale L.

PARNAMIRIM, NO RIO GRANDE DO NORTE, exibe o que é considerado o maior cajueiro do mundo: a cada ano, a copa centenária produz cerca de 70 mil frutos. Da Amazônia, onde acredita-se que tenha surgido, o cajueiro espalhou-se pelo mundo. No Brasil, viceja em regiões litorâneas do Norte e do Nordeste, como o Ceará e o Piauí, onde é comum encontrar a castanha – o legítimo fruto – e o pedúnculo de polpa carnosa e suculenta, alaranjada, amarela ou vermelha, e que é, na verdade, o “cabinho” da fruta. Com propriedades refrescantes, pode ir do azedo ao mais doce, aproveitado em sucos, sorvetes, compotas, passas de caju e molhos. O sumo dá origem, também, a duas bebidas emblemáticas da cultura nordestina: a cajuína e o vinho de caju.

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