[vc_row][vc_column][vc_column_text][/vc_column_text][vc_column_text]A VARIEDADE DE FARINHAS de mandioca produzidas no Brasil é tão grande que o MInistério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou uma instrução normativa, em 2011, para definir os padrões oficiais de classificação do ingrediente. De maneira geral, existem três grupos: farinha seca, d´água ou bijusada – seca e d’água podem, ainda, ser categorizadas como finas, grossas ou médias. Crua ou torrada, tem uso extenso na culinária do país desde antes da chegada dos portugueses. Em História da Alimentação do Brasil, Câmara Cascudo registra que a farinha de mandioca, para os indígenas, era “o conduto essencial e principal, acompanhando todas as coisas comíveis, de carne a fruta”, e completa afirmando que “é a camada primitiva, o basalto fundamental da alimentação brasileira”. Com ela prepara-se tutu de feijão, paçoca de carne-seca, farofa e pirão, entre outras receitas emblemáticas.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][nd_options_spacer nd_options_height=”50″][vc_column_text][Fancy_Facebook_Comments][/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]