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No total, o país tem cerca de  2 300 defensivos agrícolas aprovados. ONU afirma que, por ano, 200 mil pessoas morrem de intoxicação aguda por causa desses produtos. No mundo, ocupamos o lugar 44 no ranking de consumo de agrotóxicos 

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][nd_options_text nd_options_text_tag=”h1″ nd_options_text_weight=”normal” nd_options_text=”Rafaela Polo” nd_options_text_color=”#727475″ nd_options_text_font_size=”20″ nd_options_text_line_height=”20″][nd_options_spacer nd_options_height=”50″][vc_column_text]Com o crescimento da produção e da comercialização de produtos orgânicos, livres de agrotóxicos, e portanto mais saudáveis e naturais, o esperado seria que o uso desses venenos fosse reduzido, não é mesmo? Mas não aqui no Brasil. Nos últimos três anos, existiu um aumento significativo no número de registros de agrotóxicos no país. Em 2016, foram 300 novas autorizações; em 2017, passaram de 400; e em 2018 quase 500. [/vc_column_text][vc_column_text]De acordo com o G1, em cinco meses, o novo governo aprovou o uso de 239 novos tipos de agrotóxicos – 48% considerado muito ou extremamente tóxico. Ainda de acordo com a publicação, o Ministério da Agricultura afirmou que 52% são cópias de princípios ativos já usados e 28% genéricos de produtos permitidos anteriormente. O governo argumenta que nenhum deles é inédito. [/vc_column_text][vc_column_text]Atualmente, o Brasil libera o uso de cerca de  2.300 agrotóxicos, o que coloca o país em 44o lugar no ranking dos países que mais consomem veneno – abaixo de Portugal e Holanda. Em 2018, Tereza Cristina, atual Ministra da Agricultura, e então deputada, liderou a aprovação do projeto de lei 6299/2002, que foi apelidada de Pec do Veneno. Em junho deste ano, a Anvisa se manifestou por nota oficial contra essa iniciativa. “A Anvisa é contrária à proposta do substitutivo do Projeto de Lei (PL) 6299/02, que trata do registro, fiscalização e controle dos agrotóxicos no país e que retira da agência, na prática, a competência de realizar reavaliação toxicológica e ambiental desses produtos. Para a Anvisa, o PL não contribui com a melhoria, disponibilidade de alimentos mais seguros ou novas tecnologias para o agricultor e nem mesmo com o fortalecimento do sistema regulatório de agrotóxicos, não atendendo, dessa forma, a quem deveria ser o foco da legislação: a população brasileira”, diz um trecho do documento, publicado em no site oficial. [/vc_column_text][vc_column_text]No site Chega de Agrotóxicos, 1.691.507 pessoas já assinaram um abaixo assinado para a aprovação da Política Nacional de Redução de Agrotóxicos. A meta é chegar a 2 milhões (assine aqui). “Uma comida sem agrotóxico e cultivada de uma maneira sustentável e regeneradora é essencial para a perpetuação da vida humana na terra. Comida sem veneno significa uma vida mais feliz, saudável e digna para todos”, diz a chef Bel Coelho, em depoimento registrado pelo site. “Uma das maiores mentiras dos últimos tempos é que com as sementes geneticamente modificadas e os agrotóxicos vamos acabar com a fome no mundo”, atenta também a chef Paola Carosella. 

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][nd_options_spacer][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_basic_grid post_type=”post” max_items=”3″ initial_loading_animation=”none” grid_id=”vc_gid:1615317078948-0c8881b0-79cc-8″ taxonomies=”49″][/vc_column][/vc_row]